9º Festival Cine.Ema Reflorestar Escolhemos esta palavra para simbolizar o conceito trazido pelo Cine.Ema nesta 9ª edição. O artista paraense Filipe Almeida, ao criar a ilustração desta edição, traz conceitos da Cosmovisão andino amazônica, que diz que todos nós possuímos uma semente que simboliza as nossas potências. À medida que crescemos como pessoas, atraímos o beija-flor cósmico para provar nossa essência, entregando-nos dons e desígnios. Uma metáfora para o despertar de corações e mentes para a natureza, para a sociedade e para a consciência. Reflorestar não só nossas florestas, mas também nossas mentes e a sintonia com as histórias ao nosso redor. Vamos plantar essa semente juntos. Que histórias você vai contar?
Acessibilidade: Libras, Audiodescrição, Legenda Descritiva
Classificação Indicativa: Livre
De: Alan Schvarsberg | DF, GO
No coração de um vale escondido nas profundezas do Brasil central, Seu Alvino e Dona Neusa plantam e colhem o que a terra dá, como o cajuzinho do cerrado e o baru. Após mais de dois séculos, o tempo continua passando lento no quilombo Vão de Almas, apesar da seca cada vez mais severa.
Acessibilidade: Libras, Audiodescrição, Legenda Descritiva
Classificação Indicativa: Livre
De: Gabriel Mellin | RJ
O filme conta a história de duas crianças, um menino e uma menina, que possuem formas completamente diferentes de enxergar o mundo. E o mar, que abraça este encontro. Ele, com medo do que as águas podem trazer, e ela, que encontra poesia em cada grão de areia, aprendem juntos, que para apreciar a vida, basta se entregar aos sentidos. É nessa conexão que nasce uma história de superação, lições e uma experiência transformadora.
'Água Rasa' navega o rio Paraopeba, contaminado pela lama tóxica de rejeito de mineração devido ao rompimento da barragem da Vale em Brumadinho-MG, percorrendo do local do rompimento até a sua foz, na Represa de Três Marias. Através do conhecimento de 'Seu Pedro', ele descobre, em seu varejão de bambu, o poder de ouvir e se conectar com o rio, com a natureza ao redor e com os espíritos dos ribeirinhos.
Acessibilidade: Libras, Audiodescrição, Legenda Descritiva
Classificação Indicativa: Livre
De: Íris Alves Lacerda; Diego Baraldi de Lima | MT
Brasil profundo. Entre derivas por uma cidade do interior de Mato Grosso às margens da BR-163, acompanhamos instantes da rotina de Ana Rúbia, que se prepara para o lançamento do livro “Memórias Escolares de Travestis”.
De: um distrito no interior de Cachoeiro de Itapemirim, As Meninas Bordadeiras de Burarama registram e transformam suas memórias vivências em arte através das linhas dos bordados. Produzido pelos alunos da Escola Wilson Resende, em Burarama, durante a Oficina de Vídeo do 8º Festival Cine.Ema, sob orientação de Iza Rosemberg.
Retratando o cenário bucólico de um distrito no interior de Cachoeiro de Itapemirim, As Meninas Bordadeiras de Burarama registram e transformam suas memórias vivências em arte através das linhas dos bordados. Produzido pelos alunos da Escola Wilson Resende, em Burarama, durante a Oficina de Vídeo do 8º Festival Cine.Ema, sob orientação de Iza Rosemberg.
Acessibilidade: Libras, Audiodescrição, Legenda Descritiva
Classificação Indicativa: Livre
De: César Rodríguez Pulido | GO
Um estudante de cinema do interior do Brasil se questiona sobre a acessibilidade e a neurodivergência, ocupando o audiovisual como um espaço de inclusão.
Documentário poético-musical que apresenta a história de vida de Carolina Rewaptu, uma importante liderança indígena, considerada a primeira Cacica brasileira, sobrevivente de um dos maiores massacres e disputas territoriais do norte do Mato Grosso.
Acessibilidade: Libras, Audiodescrição, Legenda Descritiva
Classificação Indicativa: Livre
De: Aline Flores | SP
Ao receber a notícia de que uma assistente social irá visitá-la nos próximos dias, Joana se vê desafiada a reorganizar sua vida e convencer a todos de que pode cuidar do filho.
De: conectar pessoas às questões ambientais e aos desafios sustentáveis do nosso tempo por meio do Cinema, o Festival Cine.Ema é um projeto que promove mostras de curtas-metragens e sensibiliza o público para questões ambientais, por meio da cultura. O Festival busca ainda despertar o olhar cinematográfico em regiões que muitas vezes não têm acesso a essa forma de arte.
Criado com o intuito de conectar pessoas às questões ambientais e aos desafios sustentáveis do nosso tempo por meio do Cinema, o Festival Cine.Ema é um projeto que promove mostras de curtas-metragens e sensibiliza o público para questões ambientais, por meio da cultura. O Festival busca ainda despertar o olhar cinematográfico em regiões que muitas vezes não têm acesso a essa forma de arte.
De: produzir mantendo a floresta de pé. Os convidados que aparecem no vídeo participaram de um bate-papo homônimo no 8º Festival Nacional de Cinema Ambiental do Espírito Santo – Cine.Ema.
No primeiro capítulo da série Conversas com a Ema, especialistas, produtores rurais, ambientalistas e cineastas discutem formas produtivas de produzir mantendo a floresta de pé. Os convidados que aparecem no vídeo participaram de um bate-papo homônimo no 8º Festival Nacional de Cinema Ambiental do Espírito Santo – Cine.Ema.
De: sala de aula, com diversos fenômenos e descobertas para explorar, saindo um pouco da visão de que a ciência e a tecnologia é feita nos laboratórios. Essa conexão, inclusive, com o meio ambiente, favorece o fortalecimento de uma ciência sustentável com visão ética, ambiental e animal.
Neste segundo episódio, apresentamos a natureza como uma grande sala de aula, com diversos fenômenos e descobertas para explorar, saindo um pouco da visão de que a ciência e a tecnologia é feita nos laboratórios. Essa conexão, inclusive, com o meio ambiente, favorece o fortalecimento de uma ciência sustentável com visão ética, ambiental e animal.
De: Vídeo do 8º Festival Cine.Ema, sob orientação de Iza Rosemberg.
Sonhos, momentos marcantes, lembranças dolorosas. Alunas da Escola Guilherme Milaneze, em Vargem Alta (ES), falam sobre situações que enfrentaram ainda tão novas. Produzido na Oficina de Vídeo do 8º Festival Cine.Ema, sob orientação de Iza Rosemberg.
Leo vai a Juatama fazer uma visita inesperada a sua mãe, Cleide, que não via há muito tempo. Durante a estadia, ambos terão que lidar com antigos conflitos que ocasionaram no afastamento dessa relação. Mesmo sem saber como a mãe reagirá, Leo reúne coragem para revelar a sua real intenção em visitá-la: se despedir.